Eu sinto falta. Falta da leveza, da serenidade implacável, hoje tão distante, inalcançável. Tudo é tão ridiculamente complexo, com tramas, sub-tramas, enredos pré programados. Não é uma questão de opção, desejo. Mas sim de escolha. Eu ainda anseio aqueles tempos simples, em que qualquer banalidade era fonte de inestimável, e inegável, alegria. Viver a vida com enredo é inadmissível. Com cada passo pensado, planejado, o inesperado nunca virá. E sem o inesperado, tudo torna-se óbvio, previsível. A previsibilidade nos levará ao tédio, e o tédio a loucura. Tornaremos fantoches de nós mesmos. Brinquedos catalogados, luzes sem brilho. Então, lute. Batalhe por aquilo que deseja, e deixe-se formar seu caminho. Não brinque com seu maior inimigo; você mesmo. Vá modificar seu destino, ou espere seu destino modificar você...
sábado, 7 de novembro de 2009
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